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Nova dinâmica eleitoral – O que muda na publicidade?

O novo modelo estratégico eleitoral já vem dando o que falar nos últimos meses.

É fato que essas mudanças afetam diretamente os candidatos, mas principalmente o rumo da propaganda e sua divulgação nesse novo cenário político estimulado pela pandemia.

Fica claro, por exemplo, que com o novo modelo tecnológico inserido e as mídias digitais em ascensão, o modelo anterior já não funciona mais, e quem não se atualizar rapidamente terá grandes dificuldades competitivas.

Em mais um episódio do No Meio do Job, esclarecemos pontos decisivos e estratégicos sobre as eleições de 2020.

Com a ajuda especial de nosso convidado, advogado e parceiro, Guilherme Peloso, do PELOSO ARAUJO ADVOGADOS, traçando e descomplicando esses novos caminhos que acercam o tema.

Mas vamos lá, você já sabe as novidades e mudanças na legislação para as eleições deste ano?
Muita coisa mudou devido à pandemia, como a data, agora firmada para NOVEMBRO.

Confira algumas novidades aqui:

  • Doação de pessoa jurídica não será mais permitido, em contrapartida, pessoa física pode doar para campanhas políticas (cerca de até 40 mil reais);
  • Todas as campanhas terão um teto estipulado para uso, sendo o Estado de São Paulo o detentor do maior valor;

O meio digital será a grande fonte de propaganda política este ano, e com a nova cláusula da lei, o impulsionamento de anúncios passam a ser permitidos quando for utilizado com o único objetivo de gerar maior alcance nas publicações.

Inevitável mesmo será a relevância e qualidade necessária na produção da TV e do rádio alinhado as redes sociais. Mesmo com pouco investimento, será preciso estruturar o sistema entre esses dois mundos.

Para colaborar, os chamados “anúncios pagos” serão permitidos, já que a ideia é alcançar um maior número de eleitores, impossibilitados de um contato a nível pessoal, presente nas ruas.

Funcionará como uma alavanca para forçar as estratégias eleitorais de comunicação a construírem um novo modus operandi, que tende a ser a base do novo modelo para os próximos anos.

As agências de Publicidade terão papel essencial neste cenário.

Em resumo, será preciso ficar atento em pontos primordiais para este momento, como falar para a “maioria” dos eleitores digitalmente, e como levar estes eleitores para o ambiente virtual, para as redes sociais do candidato ou candidata.

O jogo democrático envolve nossos caminhos, por isso, resta a todos nós entendermos nossos direitos e aguardar possíveis novas mudanças.

Quer entender melhor?

Clica aqui e ouça agora mesmo o último episódio do nosso podcast: