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Já ouviu falar em DNVB?

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DNVB = Digitally Native Vertical Brand.

Marcas Verticais Nativas Digitais são aquelas nascidas no ambiente digital. O “vertical” significa que elas se envolvem em todo o processo, da criação do produto até a entrega ao cliente, sem intermediações.

 

Mas o que são essas marcas?

 

DNVB são marcas que foram criadas no meio online, não passaram pela transição do off para o online.

Seu funcionamento é todo transacionado nesse ambiente e são preocupadas em entregar o melhor para seu público-alvo.

E diferentemente dos e-Commerces, elas atuam também no offline justamente para estarem próximas de seus clientes, entregando o que ele deseja e colhendo informações do que ele precisa.

Em seus espaços físicos, promovem a experimentação e lançam suas novidades, permitindo que o cliente receba em casa posteriormente.

 

Como surgiram?

 

Andy Dunn, CEO da Bonobos, foi o criador desse termo, em 2016.

A marca de roupas masculinas começou como loja online e mais tarde, abriu uma loja física em Nova Iorque, na 5ª Avenida, com o objetivo dos clientes provarem as roupas antes da compra.

Trabalha com o conceito Direct-to-Consumer (D2C) - não existem intermediários entre marca e consumidor.

 

É pouco para você fazer um investimento na 5ª Avenida em New York para oferecer ao consumidor um test-drive, entregando assim mais comodidade?

 

Por que o boom?

 

O relacionamento com o consumidor é extremamente valorizado. Todos os pontos de contato são considerados insights para melhorar a experiência dele.

Ou seja, o sucesso dessas marcas é exatamente por levar em conta todo o feedback que recebem.

 

Marcas tradicionais têm também uma relação em diversos pontos, porém, a comunicação é feita por operadores dos mais diversos no meio do caminho, dificultando o real entendimento do cliente e o timing da ação.

 

Produtos inovadores?

 

Não necessariamente. São marcas inovadoras sim, pela forma como conduzem seu negócio, mas o que elas vendem não é nada de outro mundo.

 

Elas são guiadas pela tendência do consumidor, cada vez mais digital. E dessa forma, há uma identificação entre os públicos, gerando maior fidelização.

O que os leva a consumirem tal marca não é o preço e sim, a essência, o conceito e a proposta que elas trazem.


Quer ver um exemplo de marca DNVB?

 

Lançada em 2012 no comércio eletrônico, a Amaro, loja de roupas femininas, surgiu no mercado focando na relação com seu público final.

Após 3 anos, abriram sua loja física em São Paulo, para que clientes experimentassem as peças e recebessem em casa.

 

Atualmente, há novas unidades espalhadas em algumas capitais brasileiras que funcionam no modelo omnichannel, isto é, há tablets para consultas de peças ou apps para escanear o código de barras e realizar a compra ali mesmo.

 

Seria esse o futuro do varejo?

 

As empresas não param de inovar, oferecendo novas experiências sempre.

O uso de tecnologias como Machine Learning, por exemplo, permite que siga aprimorando o que é entregue aos clientes.

 

Com grande espaço no mercado americano, por aqui já encontramos pequenas marcas começando esse tipo de negócio.

Além da questão do público digital, as dificuldades no mercado de trabalho dos últimos anos desencadearam no crescimento do empreendedorismo.

 

Portanto, DNVB é uma excelente oportunidade para os negócios. É uma reflexão para marcas olharem seus clientes por uma nova óptica, transformarem o modo de se relacionarem e oferecerem experiências mágicas.

 

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